Santo António é o santo padroeiro da cidade de Lisboa. É conhecido como o santo casamenteiro, sendo o santo a quem os jovens devem pedir ajuda para arranjar namorada(o) e/ou casar.
Este santo também é conhecido como o santo dos pobres e o santo das coisas e das causas perdidas. Sempre que se perde algo, pode-se rezar ao Santo António em auxílio, para este ajudar a encontrar a coisa perdida.
As crianças podem dar uma esmolinha ao Santo António e pedir proteção e saúde.
Santo António nasceu a 15 de agosto de 1195, em Lisboa, e faleceu a 13 de junho de 1231, em Pádua. Foi assim escolhido o dia 13 para a sua celebração.
Tradições de Santo António
Neste dia é feriado municipal em Lisboa. As festividades da cidade são marcadas pelas marchas populares e pelos casamentos de Santo António (no dia 12 de junho), com a celebração de vários casamentos em conjunto e com os arraiais nos bairros da cidade.
Os lisboetas têm por hábito festejar o Santo António nas ruas da cidade enfeitando as casas e os bairros históricos com cores coloridas e colocando manjericos nas janelas. O Santo António faz parte das celebrações das Festas de Lisboa, que se realizam todos os anos em junho.
A tradição manda que no dia de Santo António os foliões comam sardinhas assadas, caldo verde, pimento assado e broa.
Este ano, devido à COVID 19, os arraiais não foram permitidos, mas nos bairros da cidade de Lisboa, seguindo as regras sanitárias, haverá sardinha assada.
Frases para o Dia de Santo António
Santo António meu querido, o que peço em segredo é um marido.
Grande Santo António, tu que és um protetor, protege sempre a minha vida e a do meu amor.
Que o Santo António abençoe para sempre o nosso casamento.
10 DE JUNHO No dia 10 de junho assinala-se o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. De 1933 a 1974, durante o regime do Estado Novo, este dia era conhecido como o “Dia da Raça: a raça portuguesa ou os portugueses”. O dia foi implantado como feriado na sequência dos trabalhos legislativos depois da implantação da República, a 5 de outubro de 1910. Por essa altura, muitos dos feriados existentes foram eliminados, sobretudo os católicos. O decreto que regulava estes dias dava oportunidade aos municípios e concelhos de escolherem um dia que representasse as suas festas tradicionais. Lisboa escolheu o 10 de junho como feriado municipal, em homenagem a Luís Vaz de Camões, já que corresponde ao dia da sua morte.
O que começou por ser apenas um feriado municipal, depressa passou a ser celebrado a nível nacional, com particular exaltação do Estado Novo. Em 1978 a sua designação foi alterada para aquela que conhecemos hoje em dia. HOJE, excecionalmente, devido à situação de pandemia da Covid 19, as comemorações do dia 10 de junho foram muito diferentes, obedecendo às normas de distanciamento social, contaram, como sempre, com a presença, em Lisboa, no Mosteiro dos Jerónimos, do presidente da república, Dr. Marcelo Rebelo de Sousa, e do 1º Ministro , Dr. António Costa.
"O Teu Olhar"
Passam no teu olhar nobres cortejos, Frotas, pendões ao vento sobranceiros, Lindos versos de antigos romanceiros, Céus do Oriente, em brasa, como beijos, Mares onde não cabem teus desejos; Passam no teu olhar mundos inteiros, Todo um povo de heróis e marinheiros, Lanças nuas em rútilos lampejos; Passam lendas e sonhos e milagres! Passa a Índia, a visão do Infante em Sagres, Em centelhas de crença e de certeza! E ao sentir-se tão grande, ao ver-te assim, Amor, julgo trazer dentro de mim Um pedaço da terra portuguesa!
Autor-António Torrado "«Era uma vez uma velhota, que morava numa casinha à beira da serra. Quando queria visitar os netos, que moravam longe, tinha de dar uma grande volta, para não atravessar a serra, onde havia muitos lobos. Mas um dia em que a velhota foi ver os netos, resolveu-se a ir pela serra por ser mais perto…»
EM PROSA
EM VERSO
"TANTOS ANIMAIS E OUTRAS LENGALENGAS DE CONTAR"
Autora: Manuela Castro Neves
Ao longo desta experiência, a autora criou várias lengalengas inspiradas pelos primeiros conceitos matemáticos. Nestas pequenas histórias, marcadas pelo ritmo sonoro da repetição de palavras e pela existência de padrões, a matemática funciona como uma espécie de mote para a autora se divertir e divertir todos os leitores.
É uma Narrativa de teor maravilhoso, fantástico ou mirabolante cujas personagens são seres essencialmente sobrenaturais. Contem um elemento real, mas às vezes inverídico, com deformações criadas pela imaginação popular ou pela invenção poética.
Geralmente conta ou tem como temas as tradições populares, folclóricas, factos históricos...
As Bibliotecas do Agrupamento Nun'Álvares, no Seixal, neste tempo de Pandemia e de E@D, permanecem ativas promovendo a continuidade de projetos, no âmbito das diferentes Literacias. Deste modo, procuram corresponder às necessidades dos alunos, neste contexto, utilizando diversas ferramentas digitais.
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E se os números deixassem de ser simples algarismos e se tornassem personagens de histórias divertidas? Nunca deste por ti a pensar na complexidade do pi ou nas angústias que sentirá o zero? E que história é essa de números negativos, irracionais e imaginários?Atreve-te a ler o "Pequeno Livro de Desmatemática" e terás a resposta para estas e outras questões!A coleção Educação Literária reúne obras de leitura obrigatória e recomendada no Ensino Básico e Ensino Secundário e referenciadas no Plano Nacional de Leitura.
"E Para o Poeta Outro Modo de Olhar"
Autor José Manuel Ribeiro
"Esta obra reúne «dez anos de poesia da autoria de um dos escritores portugueses mais prolíficos da
novíssima geração». Apresenta um conjunto de textos que permitem antever não apenas algumas das marcas diferenciadoras da escrita do autor em causa, mas também inevitavelmente o gosto pessoal de quem procedeu a esta seleção ou a esta forma de edição intertextual pela reinserção de “velhos” textos num “novo conjunto”».